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Estande O Parque Brooklin, São Paulo

Projeto e implantação do paisagismo do estande de apresentação do empreendimento O Parque Brooklin da Incorporadora Gamaro. Com área superior a 6000 m², o estande representa os conceitos e diretrizes vanguardistas do paisagismo do futuro projeto, com uso de espécies inovadoras da biodiversidade da Mata Atlântica e desenho inspirado em diferentes fitofisionomias do bioma. O local originalmente era uma grande fábrica paulistana dos anos 1940 em um terreno de 40.000 m², com todo o paisagismo foi montado em 40 dias, aproveitando inclusive 90 m³ de raras madeiras da Mata Atlântica da época obtidas com a demolição. Aberto à visitação. Av. Roque Petroni Júnior, 650 – Brooklin Paulista, São Paulo
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O Parque – Projeto Multiuso – Incorporadora Gamaro, São Paulo

Um projeto para reinventar a cidade tropical brasileira, esse é o objetivo em O Parque. Um dos maiores empreendimentos imobiliários do mercado brasileiro nos últimos anos, mesclando o público com o privado em um bairro carente de espaços verdes , “O Parque” é um complexo multiuso envolvendo uma área de 38.252 m² em região nobre da metrópole paulistana, com 7 torres, sendo 324 unidades residenciais em duas torres de 42 andares, 210 apartamentos long stay, torre de escritórios, mix de lojas e um restaurante de 770 m², além de um parque e área de lazer abertos ao público. O projeto de arquitetura paisagística foi pensado para começar no Brasil a “Cidade Verde de 3. Geração”, propondo a harmonia entre a rica paisagem original da Mata Atlântica e o conforto moderno e a tecnologia, possibilitando o convívio diário com rios cristalinos, os aromas e sabores da floresta, em um espaço mais silencioso e repleto de pássaros. Destaques do projeto – Recriação com fidelidade de um rio da Serra do Mar, com as características de vegetação, pedras e peixes inspirados nos existentes do Legado das Águas Reservas Votorantim; Resgate de uma espécie quase extinta na cidade, a araucária, que nomeou o bairro de […]
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ARCA coworking São Paulo

Projeto junto a Spol Architects e Rodrigo Ohtake Arquitetura para espaço de coworking na Zona Oeste de São Paulo em antiga estrutura fabril. Composição com uso exclusivo de espécies nativas do bioma Mata Atlântica buscando densidade adequada, serviços ambientais e preservação do impacto visual das edificações. Entre seus diferenciais, esse projeto reproduz um palmital típico da Serra do Mar e apresenta novas espécies ornamentais nativas para o paisagismo recém descobertas e desenvolvidas no viveiro do Legado das Águas Reserva Votorantim, como a orquídea sumaré.  
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SEED Mata Atlântica vertical

Premiado com o Prêmio Master Imobiliário 2016, o empreendimento Seed Gamaro é o primeiro edifício no Brasil a receber uma floresta nativa em sua fachada.  O cliente pode escolher quatro opções de Mata Atlântica: Florida, Frutífera, Pássaros e Serra do Mar.  Foram anos de pesquisas e ensaios com diferentes empresas e instituições para alcançar o objetivo de um novo caminho para as Cidades Verdes de 3. Geração na realidade brasileira. Local:  Rua Quatá, 189 – Vila Olimpia, São Paulo – SP Arquitetura: Francisco Petracco Arquitetura
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Jardim Honda – visita do Príncipe Akishino do Japão

No Pavilhão Japonês do Parque do Ibirapuera, uma ponte separa o jardim tipicamente oriental de um jardim brasileiro, e simboliza a amizade entre os dois países, o Brasil e Japão. O projeto do jardim brasileiro, patrocinado pela montadora japonesa Honda, procurou elementos da vegetação encontrada pelos primeiros imigrantes japoneses nas fazendas de café nos biomas Mata Atlântica e Cerrado, e apresentar aos descendentes as diferenças entre as paisagens dos países. Em outubro de 2015, o Jardim Honda foi visitado com interesse por Sua Alteza Imperial do Japão, Príncipe Akishino. Local: São Paulo, SP Implantação: SkyGarden Envec mais fotos na mídia:
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Rio Pinheiros -13,5 Km de margens com paisagismo de Mata Atlântica

Projeto de paisagismo com a restauração da vegetação nativa original das margens do Rio Pinheiros, o Pomar & Marginal Verde, tem como objetivo reflorestar 13,5 km da Marginal Pinheiros e a mata ciliar nativa. Serão utilizadas apenas mudas nativas da Mata Atlântica da cidade. Com isso  a identidade do Rio será recuperada com linguagem paisagística, totalizando 2,5 mil árvores de espécies nativas regionais. A vegetação escolhida terá uma forte conexão com a história e cultura da cidade de São Paulo. O antigo nome do Rio Pinheiros é Rio Jurubatuba ou “Rio das Palmeira Jerivás” na língua indígena, por causa da antiga abundância de palmeiras em suas margens, que alimentava pássaros como esquilos, tucanos de bico verde e papagaios A proposta deixará um legado de séculos para a cidade de São Paulo, pois devolverá a margem nativa do Rio Pinheiros. É o começo de sua restauração e resgate para os paulistanos. Muitas das espécies que serão plantadas vivem mais de 200 anos e poderão ser apreciadas pelas futuras gerações. A vegetação também contribuirá para o equilíbrio do Rio Pinheiros quando ele for limpo, pois será responsável pela diminuição da temperatura da água, filtragem da agua, alimentação de peixes e contenção de erosão. Outro […]
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James Corner Field Operations NY – Projeto Alagoas

Projeto de paisagismo em parceria ao escritório James Corner Field Operations, de Nova York, para empreendimento hoteleiro internacional em Alagoas. Prospecção de plantas ornamentais e de interesse em diferentes fitofisionomias de Mata Atlântica da região para desenvolvimento de matrizes e reprodução em viveiros, assim como elaboração de projeto.    
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Telefonica VIVO canteiros centrais Marginal Pinheiros

Projeto que abrange 7,5 km de paisagismo nos canteiros centrais da Marginal Pinheiros, entre a Ponte Estaiada até a Jaguaré, na margem Centro. Envolveu a restauração de um trecho de grande visibilidade em frente a Avenida Juscelino Kubitschek, que devido a maciça presença de entulhos e falta de solo, não desenvolvia vegetação. Com máquina apropriada, em local onde circulam mais de 3 milhões de carros diariamente, foram removidos 1,8 metros de espessura de entulhos do solo e substituídos por terra vegetal enriquecida com lodo de esgoto de alta fertilidade. Posteriormente foi plantado flores, arbustos e árvores da Mata Atlântica e Cerrado. Destaque são um grupo de 20 copaíbas com 3 metros de altura, árvore original da região que vive dois séculos, e 70 exemplares de chamaecrista, uma planta rara dos antigos Cerrados da cidade de São Paulo. Também foram plantadas 1500 árvores e palmeiras nativas regionais em todo o trecho de 7,5 km, incluindo algumas Florestas de Bolso de Mata Atlântica. Entre as espécies temos raridades na biodiversidade da metrópole e de grande valor ambiental e para a saúde pública, como jatobás, açoita-cavalo, araucárias, palmitos jussara, cambucis, guarantãs, ingás e muitas outras. O plantio foi feito com  técnica adequada e […]
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Prizma Paraíso – Designed by Lucio

Edifício residencial de alto padrão em São Paulo, o paisagismo do Prizma apresenta espécies  inéditas da Mata Atlântica e estratégias como o aproveitamento de área permeável obrigatória e de compensação ambiental para uma Floresta de Bolso com redário e espaço de meditação.
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Largo das Araucárias

Um terreno no coração do bairro de Pinheiros com 600 m² cercado pela Rua Butantã, Pais Leme e Padre Carvalho, atrás da igreja. Coberto por tapumes, pichações, muito lixo dentro e fora, e ocupado por um pequeno grupo que trocou o cadeado do portão. A comunidade do entorno tinha certeza que o terreno era privado. Assim era o espaço do futuro Largo das Araucárias. Após terminar o plantio da floresta de bolso “Bosque da Batata” logo ao lado, ficamos intrigado com o terreno abandonado e descobrimos na Subprefeitura que se tratava de área pública. Com o apoio deles foi dada autorização, os ocupantes transferidos e o lixo removido. Conseguimos recursos privados e começou o restauro do local para uma nova praça naquele local inóspito. Antes de se transformar em depósito de lixo, o local era as ruínas de um posto de gasolina, e estava descontaminado segundo consulta aos orgãos competentes. Com uma empresa especializada, foi quebrado toda a laje do posto e removidos os tanques de combustível. Em seguida, retirou-se 20 caminhões de solo entulhado, até descobrir a terra preta e fértil das antigas margens do Rio Pinheiros. Os antigos pilares de sustentação do posto foram deixados como testemunho da […]
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